Julian Scherer, Raul Coimbra, Diego Mariani, Luke Leenen, Radko Komadina, Ruben Peralta, Luka Fattori, Ingo Marzi, Klaus Wendt, Christine Gaarder, Hans‑Christoph Pape, Roman Pfeifer (EU)
A fixação de fraturas maiores desempenha um papel fundamental no tratamento cirúrgico de politraumatizados. Além disso às discussões em curso sobre o momento ideal em centros de trauma de nível I, parece que os respectivos sistemas de trauma impactam a implementação de estratégias de controle de dano e cirurgia definitiva segura.
Este estudo teve como objetivo avaliar os atuais padrões de tratamento de politrauma numa pesquisa em toda a Europa, desenvolvida por membros da seção de politrauma da ESTES, através de questionário online via SurveyMonkey®, entre julho e novembro de 2020, para 450 membros da ESTES (Sociedade Europeia de Trauma e Cirurgia de Emergência).
A participação foi voluntária e o anonimato foi garantido. O questionário consistia em dados demográficos e incluía questões sobre a definição de “politrauma” e os padrões locais para o momento da fixação da fratura.
Diferentes definições de politrauma são utilizadas no ambiente clínico. As Indicações e a necessidade de cirurgia secundária (definitiva) dependem principalmente da fisiologia do doente politraumatizado, sendo que A «janela de oportunidade» desempenha um papel menos importante para a tomada de decisão.
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